Fragmentos de um processo... rabiscos fragmentados de um processo...
Regras de composição.. um lugar.. uma frase de Shakespeare... uma música..
homo luden, homem que brinca com suas memórias e suas imaginações, no batuque do pandeiro um repente que de repente nos reverbera a história, joelhos dobrados diante de um bom motivo que nos traga fé, um cotidiano que nos robotiza e nos desumaniza. da casa eles ganham as ruas, escadarias, praças, as vozes ecoam contando a nossa história, a sua história e a minha, reeditada, reescrita, numa versão não limitada, não pasteurizada, pois quem esta na vida sempre espera mais. Estão a busca de um sonho possível de um mundo inteiramente imaginado, é assim olhando além do que podemos enxergar. Eles estão por aí. sobre a corda bamba, entre o mundo real e a transfiguração da realidade. Subversivos de suas próprias trajetórias. Cimento Perus... Grupo Pandora.
Por Gilmar Luis
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8 de setembro de 2012
19 de fevereiro de 2011
Tecnologia, eu quero uma pra viver.
Num conflito de nuvens cinza avisando que a chuva já vem vindo, com nuvens coloridas pelo sol.
Sei que só observar as formas que as nuvens formam não resolve nada,
Eu não tenho um terno e uma maleta de negócios, nem penso em soluções sobre a bolsa de valores, e acredito que essas coisas não resolvem os buracos na camada de ozônio, nem ressuscita animais em extinção, não segura os morros que caem em cima de cabeças por apenas habitar um lugar onde a natureza quer gritar, gritar que não agüenta mais ser sufocada.
As cores da TV já não me de impressionam mais como quando era criança.
Não quero só as ver as cores dos meus desenhos, eles não saem do papel, nem as da TV.
Me mostre as cores que saem de você!
Por que nós somos um tanto maior que uma flor, e um tanto menos que um prédio.
E sempre que chove ao invés de ouvimos a chuva cair como nos filmes românticos, ouvimos o morro cair, e nos preocupamos se vamos morrer afogados.
Estamos crescendo
Mas parece que não evoluímos mais.
Não rimos mais.
Eu to cansada de ver como somos nitidamente educados desde criança a só consumir enlatados, educados a não saber fazer nada, educados a não ser capaz de plantar e colher, educados a consumir porcarias de propagandas chamativas e brilhantes, de ser bombardeada por mais de 300 comercias me dizendo como devo ser e o que devo consumir e jogar fora, consumir e jogar fora, consumir e jogar fora, consumir e jogar fora, consumir e jogar fora. . . Mesmo que isso cause um choque entre a natureza e a tecnologia, vamos consumir tudo que não precisamos.
A tecnologia que é mais bonita que a lua
A tecnologia que brilha mais que o sol
Que é mais viva que uma arvore
Não que seja errado acreditar no progresso e na tecnologia, mas que pregresso massacrador é esse? Que só visa o consumo pelo consumo, o consumo pelo bolso cheio. É fácil dar a natureza por certa, ela sempre esteve ali, e o homem que esta no topo da cadeia alimentar, que habita a terra a milhões de anos (como os dinossauros), não é assim que desaparecera, não será muita presunção acreditar que nunca entraremos em extinção?
E não há nenhum lugar para ir, por que esse é o único mundo que temos.
Não acredito que as soluções saíram das suas malas de negócios, ou dos nós de suas gravatas que tentam dar nó nas nossas cabeças.
É inútil esperar.
Quem espera só descansa
Quem não se move nunca alcança
Não somos quem somos pelo que falamos, por que as palavras se diluem no ar.
AmandaBalice
Photographer: Robert and Shana Parkeharrison
Sei que só observar as formas que as nuvens formam não resolve nada,
Eu não tenho um terno e uma maleta de negócios, nem penso em soluções sobre a bolsa de valores, e acredito que essas coisas não resolvem os buracos na camada de ozônio, nem ressuscita animais em extinção, não segura os morros que caem em cima de cabeças por apenas habitar um lugar onde a natureza quer gritar, gritar que não agüenta mais ser sufocada.
As cores da TV já não me de impressionam mais como quando era criança.
Não quero só as ver as cores dos meus desenhos, eles não saem do papel, nem as da TV.
Me mostre as cores que saem de você!
Por que nós somos um tanto maior que uma flor, e um tanto menos que um prédio.
E sempre que chove ao invés de ouvimos a chuva cair como nos filmes românticos, ouvimos o morro cair, e nos preocupamos se vamos morrer afogados.
Estamos crescendo
Mas parece que não evoluímos mais.
Não rimos mais.
Eu to cansada de ver como somos nitidamente educados desde criança a só consumir enlatados, educados a não saber fazer nada, educados a não ser capaz de plantar e colher, educados a consumir porcarias de propagandas chamativas e brilhantes, de ser bombardeada por mais de 300 comercias me dizendo como devo ser e o que devo consumir e jogar fora, consumir e jogar fora, consumir e jogar fora, consumir e jogar fora, consumir e jogar fora. . . Mesmo que isso cause um choque entre a natureza e a tecnologia, vamos consumir tudo que não precisamos.
A tecnologia que é mais bonita que a lua
A tecnologia que brilha mais que o sol
Que é mais viva que uma arvore
Não que seja errado acreditar no progresso e na tecnologia, mas que pregresso massacrador é esse? Que só visa o consumo pelo consumo, o consumo pelo bolso cheio. É fácil dar a natureza por certa, ela sempre esteve ali, e o homem que esta no topo da cadeia alimentar, que habita a terra a milhões de anos (como os dinossauros), não é assim que desaparecera, não será muita presunção acreditar que nunca entraremos em extinção?
E não há nenhum lugar para ir, por que esse é o único mundo que temos.
Não acredito que as soluções saíram das suas malas de negócios, ou dos nós de suas gravatas que tentam dar nó nas nossas cabeças.
É inútil esperar.
Quem espera só descansa
Quem não se move nunca alcança
Não somos quem somos pelo que falamos, por que as palavras se diluem no ar.
AmandaBalice
Photographer: Robert and Shana Parkeharrison
4 de outubro de 2010
Cacofonia (canção de Caco)
Caco quebrou o espelho.
Caco cortou a mão no caco,
Caçoaram de Caco, coitado.
Caco queria fazer poesia
Caco queria poesia concreta.
Caco cansou de refletir.
Caco quebrou o espelho;
com o tijolo de sua poesia concreta.
Corda no relogio
Vi mudar o ponteiro do minuto.
o segundo voa infinitamente,
tic tic tic tac, tic tic tic tac.
horas passam,
tic...tac...tic...tac.
melhor dar corda,
outra hora passou, passou, passou.
O vinho acabou, o tempo rachou.
tic tic tic tac, tic tic tic tac, passou passou
tic tac passou tic passou tac.
Vi mudar o minuto,
o ponteiro caiu.
o segundo, tic tac surdo,
horas tic tac mudo.
Acabou, rachou.
Vinho, tempo.
Tic tac passou.
Melhor não dar corda.
Por Filipe Diaz
O que se precisa pra fazer teatro ?
Para alguns, duas tabuas e uma paixão
Para alguns outros, uma sala, cortina, refletor, coxia, bastidor, rotunda, bandulina, uma cidade cheia de teatros, 300 poltronas acolchoadas e ar condicionado.
Para outros ainda, não precisa nem teatro, não precisa nem peça escrita, não precisa nem papel, basta um ator fazendo o que ele quiser do jeito que ele quiser.
Tem teatro até fora do planeta, embora sem fotografias e sem vídeos no youtube.
Faça o que tu queres.
Por Lucas vitorino
Para alguns, duas tabuas e uma paixão
Para alguns outros, uma sala, cortina, refletor, coxia, bastidor, rotunda, bandulina, uma cidade cheia de teatros, 300 poltronas acolchoadas e ar condicionado.
Para outros ainda, não precisa nem teatro, não precisa nem peça escrita, não precisa nem papel, basta um ator fazendo o que ele quiser do jeito que ele quiser.
Tem teatro até fora do planeta, embora sem fotografias e sem vídeos no youtube.
Faça o que tu queres.
Por Lucas vitorino
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